terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Bom Natal.

 
 

São Cristóvão pela Europa (44).

 



Igreja de São Cristóvão de Cergy, França, 29 de Julho de 2017
 
Ivanhoe é um romance histórico  da autoria de Sir Walter Scott (1771-1832).
Publicado em 1819, é uma obra precursora pois iniciou um estilo que muitos outros escritores vieram a seguir no contexto romântico da primeira metade do Século XIX.
Determinou em grande medida o conhecimento público de personagens como Robin dos Bosques, Ricardo Coração de Leão e o Rei João Sem Terra.
Passa-se pois no Século XII e do ambiente medieval da época não podia estar excluído o nosso São Cristóvão. Ele é invocado várias vezes.
 
Athelstane, o representante da linha real dos saxões destronada pelos normandos encontra-se prisioneiro de Reginald Front de Boeuf. Exige ser tratado com a honra que lhe é devida e desafia-o com a sua luva. Quer ter oportunidade de lutar com os seus adversários. Reginald manda-o pendurar a luva nos chifres de um troféu de caça onde deveria ficar até Athelstane ser de novo um homem livre. Quando tal acontecer, Reginald promete pelo cordão de São Cristóvão, que, como sempre, não se furtará ao combate a pé ou a cavalo.
 
Noutro momento, Front de Boef sofre um cerco dos seus adversários. Quando o assalto dos sitiantes está prestes a iniciar-se manda prender um frade, que o está a importunar, na capela do castelo ordenando-lhe que reze o terço, o que será novidade para os santos de pedra que nunca terão ouvido pais-nossos nem ave-marias desde que foram esculpidos. O seu aliado de Barcy recomenda-lhe que não blasfeme pois os santos podem ser precisos naquele momento de apuro. Front de Boeuf responde-lhe que não conta com a sua intercessão. Servirão apenas para serem atirados em cima da cabeça da vilanagem. Há um São Cristóvão tão grande e pesado que só ele chega para acabar com uma companhia inteira.
 
José Liberato
 
 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 

Santuário Ryoan, Quioto.

 
 
 

Aviadores.

 
 





São Cristóvão pela Europa (43).

 
Basílica Bonn Munster, dedicada a São Cássio e São Florêncio, Bona, 11 de Março de 2015.
 
A travessia das águas é um dos elementos presente na simbologia atribuída a São Cristóvão.
Ele atravessa o Menino Jesus de uma margem para outra de um rio. A travessia poderia ser feita por um barco, por uma jangada, por uma ponte. São Cristóvão é tudo isso.
Podemos encontrar em todas as mitologias, símbolos análogos desde os esquimós aos gregos e aos hindus.
Em qualquer caso, a impetuosidade da corrente agrava a dificuldade da tarefa.
 
José Liberato

Castelo de Nijo--jo (Quioto).

 


Fotografias de José Liberato
 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 



Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 




Bom Natal.

 
 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 





Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 
 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 
 


Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.

 

Lisboa, secreta e misteriosa.